Se você achava que o drama de Hollywood e da família real já tinha rendido todas as manchetes possíveis, prepare o bolso e a paciência, viu? O príncipe Harry decidiu que revisitar os próprios traumas infantis e a morte trágica da eterna princesa Diana (1961–1997) dá um ótimo script... e um cachê ainda melhor. Juro!
Aos 42 anos, o caçula do rei Charles III resolveu cobrar para falar o óbvio: que a coroa britânica é uma verdadeira fábrica de traumas e que o luto, afinal de contas, rende um bom cachê. Eita, minha gente!
Segundo fofocos de bastidores destrinchados pelo Daily Mail, o duque de Sussex teria embolsado a bagatela de pelo menos US$ 100 mil - na cotação atual, uns belos R$ 500 mil -, fora aquela fatia gorda das assinaturas da plataforma. Um porta-voz do príncipe confirmou que ele recebeu para participar da MasterClass, mas evitou cravar os números exatos. Pobre Harry, tendo que chorar as pitagriz na base do Pix internacional, né?
Intitulada "Redefining Grief: Building Resilience Through Loss" (Redefinindo o Luto: Construindo Resiliência por Meio da Perda, para os íntimos), a aula tem 99 minutos de puro suco de psicanálise de palco, com direito à neurocientista Mary-Frances O’Connor no suporte.
No intensivão, Harry relembrou que tinha apenas 12 anos quando Diana faleceu em Paris em 1997. E o choque foi tão grande que o menino simplesmente congelou. Segundo o próprio relato, ele passou quase duas décadas inteiras sem conseguir chorar a morte da mãe após o funeral...
O estrago foi tanto que o príncipe admitiu ter apagado memórias básicas: esqueceu o som da risada de Diana e precisava recorrer a porta-retratos só para lembrar o rosto da própria mãe. Tadinho!
Harry entregou que o caminho para destravar o cérebro envolveu até o bom e velho cheirinho de grife. Incentivado na terapia, ele usou o perfume First, da Van Cleef & Arpels - a assinatura olfativa de Diana -, para forçar a mente a desbloquear memórias afetivas trancadas a sete chaves. Deu certo! O cheiro abriu a porteira das lágrimas e das lembranças que ele achava que tinham ido para o espaço.
Mas o drama não parou na infância. O ruivo mais polêmico do pedaço também abriu o jogo sobre a fase adulta e o famigerado Megxit. Vestir terno e gravata para cumprir pauta oficial da realeza virou gatilho para ataques de pânico. E quando ele e Meghan Markle foram para o Canadá em 2019, o corpo cobrou a conta! O estresse despencou de uma vez só e Harry entrou num buraco depressivo de duas semanas por pura falta de adrenalina.
No fim das contas, entre uma sessão de terapia e outra, fica a grande questão: o luto é legítimo e a dor é real? Sim. Mas transformar o sofrimento de infância em conteúdo de plataforma digital com direito a cifrão na conta bancária é a prova definitiva de que, na dinastia Windsor, até a dor tem preço de tabela.